Casa Artigos Científicos Postulados para uma Educação a Distância: uma tese para um curso de Teologia

Postulados para uma Educação a Distância: uma tese para um curso de Teologia

por italu

Ítalu Bruno Colares de Oliveira[1]

Universidade Fernando Pessoa

Luis Borges Gouveia[2]

Universidade Fernando Pessoa

RESUMO – Os novos interfaces de media trazem novas oportunidades. Um exemplo é o uso do computador (sistema e aplicações) e que designamos por “interfaces culturais” – os interfaces entre o ser humano e dados culturais. É a partir daqui que o homem consome educação, nos media virtual. Em complemento, para adquirir conhecimentos de Teologia também se recorre a Redes, pois as Redes funcionam por afetos e interesses comuns.

Os sistemas educativos, comunicação, formatos de trabalho, relações familiares, imaginário, entidades, organizações políticas, tem tido um forte caráter estético, embora abordado em vários matizes em um mundo agora globalizado pela Internet. Um tipo diferente de ecologia cognitiva vem se instalando com a multiplicação de possibilidades tecnológicas, sobretudo para áreas pobres e inacessíveis do interior da Amazônia, onde a comunicação por barco é o mais comum (com o potencial de formar estudantes de enorme qualidade cultural).

 Palavras-chave: Ensino de Teologia, Redes Sociais; Partilha de Informação; Educação a Distância, e-learning, Brasil.

 Postulates for a Distance Education: a thesis for a Theology course

  ABSTRACT – New media interfaces bring new opportunities. An example is the use of the computer (system and applications) and what we call “cultural interfaces” – the interfaces between the human being and cultural data. It is from here that man consumes education, in the virtual media. In addition, to acquire knowledge of Theology is also resorted to Networks, because the Networks work by common interests and affections.

Education systems, communication, work formats, family relationships, imaginary, entities, political organizations, have had a strong aesthetic character, although addressed in various shades in a world now globalized by the Internet. A different kind of cognitive ecology has been installed with the multiplication of technological possibilities, especially for poor and inaccessible areas of the interior of the Amazon, where communication by boat is the most common (with the potential to form students of enormous cultural quality).

 Keywords: Teaching of Theology, Social Networks; Information Sharing; Distance Education, e-learning, Brazil.

  Introdução

 Os novos interfaces de media trazem novas oportunidades. Um exemplo é o uso do computador (sistema e aplicações) e que designamos por “interfaces culturais” – os interfaces entre o ser humano e dados culturais. É a partir daqui que o homem consome educação, nos media virtual. Em complemento, para adquirir conhecimentos de Teologia também se recorre a Redes, pois as Redes funcionam por afetos e interesses comuns.

Os sistemas educativos, comunicação, formatos de trabalho, relações familiares, imaginário, entidades, organizações políticas, tem tido um forte caráter estético, embora abordado em vários matizes em um mundo agora globalizado pela Internet. Um tipo diferente de ecologia cognitiva vem se instalando com a multiplicação de possibilidades tecnológicas, sobretudo para áreas pobres e inacessíveis do interior da Amazônia, onde a comunicação por barco é o mais comum (com o potencial de formar estudantes de enorme qualidade cultural).

O ensino a distância (EaD) está associado com o desenvolvimento de interfaces que possibilitem o relacionamento entre atores. Atualmente, os meios podem ser de comunicação assíncrona, (ex: email) ou síncrona (ex: áudio e vídeo conferência).

O uso de ambientes virtuais multiutilizador permite aos participantes interagirem com o mais alto grau de naturalidade, pois torna possível a comunicação visual, textual e até mesmo verbal. A interação contribui para a compreensão e reflexão das novas dinâmicas socioculturais e económicas promovidas pela digitalização, especialmente as mediáticas, no EAD, mesmo no caso de uma aula de teologia.

 Palavras-Chave: Ensino de Teologia, Redes Sociais; Partilha de Informação; Educação a Distância, e-learning, Brasil

 CAPITULO 1

A HISTÓRIA DO EAD NO BRASIL E NO MUNDO APLICADO PARA O TRANSMITIR DO CONHECIMENTO TEOLÓGICO

  1. O Preconceito contra a Educação a distancia

O preconceito em relação ao ensino a distância (EAD) tem diminuído de forma considerável nos últimos anos.

Apoiando-se na dificuldade de levar o conhecimento a regiões mais afastadas do país, instituições conceituadas aderiram a esse modelo de ensino e passaram a oferecer cursos dessa natureza, realizados total ou parcialmente a distância.

Em meio a uma sociedade cada vez mais interconectada por redes de tecnologia digital, cursos não presenciais são criados e difundidos rapidamente por meio da internet, rompendo uma das principais barreiras do EAD realizado por meio de veículos como correio, rádio ou televisão: a completa falta de interatividade no processo.

Exemplos comuns dessa tecnologia são os sistemas de videoconferência nos quais sinais de áudio e vídeo, são transmitidos via satélite ou por meio de uma rede de computadores. O canal de comunicação Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Interlab – Av. Prof. Luciano Gualberto – 158 – trav. 3 – São Paulo (SP) – Brasil {[email protected], [email protected]} 2Centro Universitário Senac, Campus Santo Amaro – Av. Eng. Eusébio Steveaux – 823 – São Paulo (SP) – Brasil {[email protected]} doi: 10.5335/rbca.2010.014 Revista Brasileira de Computação Aplicada (ISSN 2176-6649), Passo Fundo, v. 2, n. 2, p. 47-57, set. 2010 47 estabelecido entre os participantes possibilita ver e ouvir simultaneamente uns aos outros, em tempo real e de forma interativa.

Ferramentas dessa natureza são muito utilizadas em cursos não presenciais. O aumento da interatividade na relação professor-aluno (ou aluno-aluno) pode contribuir com a busca de soluções para um dos grandes desafios de pesquisadores ligados ao EAD – aumentar a sensação de presença dos envolvidos no processo.

  1. A Educação Teológica na História da Igreja Primitiva

A palavra teologia provém do Grego Theos que significa Deus e da palavra Logia que significa estudo ou discurso, oriunda de Logos (palavra). A melhor definição da palavra teologia é uma palavra sobre Deus. Haja vista a extensão da teologia somente podemos definir teologia como uma palavra acerca de Deus.

Sabe-se que no período da igreja primitiva, o ensino á distancia era aplicado nas comunidades eclesiais com as leituras das epistolas apostólicas com o fim de doutrinar os fiéis. Isso também foi usado no período patrístico e escolástico. Pouco tempo depois as primeiras universidades começaram a surgir dentro das igrejas. O ensino teológico cristão nasceu primeiramente na modalidade EAD.

  1. A Educação Teológica no Brasil

A companhia de Jesus encabeçada por Inácio de Loyola, no Brasil por meio da Catequese utilizou-se dos Padres para ensinar as artes liberais para os Indios. Nisso vemos a importância da teologia na educação á distancia e presencial.

Depois com o nascimento das escolas no Brasil, o ensino religioso se tornou obrigatório para os alunos de ensino fundamental e médio. Claro que isso foi acompanhado também da doutrinação religiosa dos índios por meio da catequese. Foi feito isso como meio de combater o protestantismo que já havia muito se alastrado.

A teologia no Brasil a principio era de responsabilidade unicamente da Curia da Igreja Católica Romana. Com o crescimento denominacional os evangélicos começaram a fundar seus próprios seminários internos para preparar seus lideres. A principio a maior parte deles sempre trabalharam com cursos presenciais. Posteriormente comeram algumas denominações como o caso da Assembleia de Deus, a oferecer cursos por meio de livretos e questionários em que as pessoas poderiam estudar em casa. Esse seminário ainda existe e se chama Paulo Leivas Macalão.

Posteriormente os seminários começaram a surgir desassociados de igrejas e denominações. O ensino teológico no Brasil foi caracterizado como curso livre ou cursos de seminário maior. Isso quer dizer que eles não são reconhecidos pelo MEC DO Brasil. Com a possibilidade da Integralização de Créditos para o curso de bacharelado em teologia as pessoas teriam a possibilidade de aproveitar o tempo investido em estudos teológicos para um curso de graduação reconhecido pelo MEC. Com isso outros seminários se aproveitaram disso. Uma faculdade que investiu muito no ensino á distancia foi a UNICESUMAR.

Pelo caminho da informalidade, é possível em pesquisas pelo Google descobrir materiais ricos que ajudam no aprendizado teológico. Também no Youtube poderá encontrar palestras e exposições. O único problema é que essas postagens na internet como são de cunho publico, não tem nenhum critério para saber se as informações lançadas estão corretas ou não. Diante disso, será necessário analisar o curriculum dos produtores destes materiais e descobrir se fato são competentes para atuarem ou não.

Isso é bastante pertinente com a seguinte paráfrase proposta por meio da obra Sistemas de Informação de Apoio á Gestão, publicado pela Editora Sociedade Portuguesa Inovação, escrito pelo Dr. Luis Borges Gouvia e João Ranito:

Informação é diferente de dados. Dados somente são considerados quando são relevantes. Existem dados irrelevantes. As vezes dados poderão ser informação para algumas pessoas dependendo das circunstancias.

Nesta obra se lê na pagina 10:

“Informação é uma coleção de dados que, quando apresentada de determinada forma em determinado momento, melhora o conhecimento do individuo que a recebe, de modo a que este individuo se torne mais capaz de realizar a acção a que se propõe”.

A informação é o resultado da analise de dados, de forma útil para determinar o problema e contexto. O conhecimento se constrói a partir da informação. Não pode-se construir o conhecimento coletando dados não verdadeiros.

Isso se torna possível quando não se tem certeza da veracidade dos dados coletados na internet e nem dos seus autores. Por isso torna-se imprescindível que mesmo a educação á distancia que torna-se hoje disponibilizada por meio de mídias digitais, seja criada por pessoas que capacitadas para tal em conhecimento, titulação e que também esteja familiarizada com mídias digitais.

Em muitos seminários no Brasil não pode-se constatar essas exigências e sequer obter uma boa educação teológica por meio da internet.

Outra coisa que falta é um sistema adequado para exposição deste aprendizado. Muitos desses seminários ainda enviam materiais por email acreditando que estão agindo corretamente.

Com as interfaces entre o ser humano vários seminários, escolas e faculdades tem oferecido conhecimentos de teologia. Uma critica a isso é que muitas das instituições que dizem oferecer uma educação teológica a distancia de qualidade, não possuem sistemas que sejam adequados e nem professores competentes para tal. Para oferecer uma educação EAD é indispensável que as escolas, seminários e faculdades tenham sistemas de mídia, materiais bem elaborados com referencias bibliográficas confiáveis, professores e tutores qualificados.

Uma instituição que poderá exemplificar o método adequado de ensino a distância para os estudos em teologia é a Emill Brunner University localizada no Brasil. O site da mesma é totalmente auto gerenciável com todo o material didático incluso na plataforma digital de aprendizagem. Nela o aluno tem acesso a uma plataforma digital de aprendizagem em que encontrará E-books, módulos, artigos, atividades, vídeos educativos, vídeo aulas e até mesmo transmissões ao vivo em tempo real.

Além de profissionais competentes, qualificados e titulados os mesmos devem estar familiarizados com as in terfaces de mídias e sistemas digitais de aprendizagens. Para isso as instituições que desejam ofertar uma educação teológica deverá investir em seu sistema e biblioteca virtual.

1.3 – A História do EAD no Mundo

O local: a cidade de Boston, nos Estados Unidos. O ano: 1728. Se você estivesse por lá, folheando o jornal da cidade, teria se deparado com um anúncio inusitado. O professor Caleb Phillips oferecia um curso de Taquigrafia (uma técnica para escrever à mão de forma rápida, usando códigos e abreviações) para alunos em todo o país, com materiais enviados semanalmente pelo correio. Este foi o primeiro registro de um curso a distância.

Mais de cem anos depois, em 1833, na Suécia, a universidade da cidade de Lund oferecia um curso de composição por correspondência. Em 1840, na Inglaterra, começava um curso também de Taquigrafia de passagens bíblicas, em que o professor Isaac Pitman incentivava os alunos a escreverem postais com textos abreviados, como ensinado no curso.

E se hoje podemos aprender uma nova língua conversando com professores pela internet, é interessante saber que as experiências pioneiras neste campo surgiram em 1856, na Alemanha. Ou seja, já era possível aprender outro idioma usando a metodologia do EAD há mais de 160 anos.

A partir do século XIX, o EAD começou a ser utilizado em vários outros países como solução para que pessoas que viviam distantes de instituições de ensino pudessem aprender. Além de novos cursos nos Estados Unidos, Suécia e Alemanha, surgiram também iniciativas na França, na antiga União Soviética, Japão, Austrália, Noruega, África do Sul, Argentina, Espanha e muitos outros países.

No começo, os cursos EAD eram voltados para aperfeiçoamento profissional ou ofereciam conteúdo complementar da formação universitária. Com o passar do tempo, foi se tornando possível fazer até uma graduação completa a distância.

Um ponto interessante é que o EAD sempre acompanha a evolução das tecnologias de comunicação. Se uma sala de aula presencial hoje é muito semelhante à de 200 anos atrás, não se pode dizer o mesmo do EAD. Veja como o formato tem evoluído:

Até os anos 1910: cursos por correspondência baseados em materiais impressos.

A partir da década de 1910: uso de slides e audiovisuais como materiais adicionais.

Décadas de 1910 até 1940: neste período, que compreendeu as duas grandes guerras mundiais, o rádio foi utilizado para transmitir conteúdos.

Década de 1950: com a invenção da TV, começaram também as primeiras experiências de telecursos.

Década de 1970: as tecnologias deste período são as TVs via satélite e a cabo, que também foram usadas para transmissão de conteúdos.

Década de 1990: início dos cursos por computador (via CD-ROM) e depois pela internet.

1.4 – A História do EAD no Brasil

Quem vê atualmente as pessoas aprendendo através do Ensino a Distância (EAD) em seus notebooks, tablets e celulares pode não ter ideia do quanto este campo mudou desde a sua criação.

Os registros mais remotos de uma experiência EAD são de um curso por correspondência em 1728. De lá para cá aconteceram muitas mudanças tecnológicas. Se no começo da história do EAD o foco estava nos cursos profissionalizantes, hoje essa modalidade está disponível para todos os níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental até a pós-graduação.

Alguns pontos permanecem intactos. Um deles é a separação física e temporal entre o professor e seus estudantes, que caracteriza o EAD. Outro é seu potencial de levar formação para pessoas que estão longe das universidades.

No Brasil, o EAD surgiu com cursos de qualificação profissional. O registro mais remoto data de 1904, com um anúncio nos classificados do Jornal do Brasil de um curso de datilografia (para usar máquinas de escrever) por correspondência.

Na década de 1920, o Brasil já contava com os primeiros cursos transmitidos pelas ondas do rádio, a novidade tecnológica da época. Os estudantes utilizavam material impresso para aprender Português, Francês e temas relacionados à radiodifusão.

Nas décadas de 1940 e 1950 começaram os cursos mais formais, sobre temas profissionalizantes, liderados pelo Instituto Monitor, depois pelo Instituto Universal Brasileiro e pela Universidade do Ar, patrocinada pelo Senac e pelo Sesc. Até hoje algumas dessas instituições permanecem ligadas à formação profissional através de cursos a distância.

Nas décadas de 1960 e 1970 surgem várias iniciativas de EAD em projetos para ampliar o acesso à educação, promover o letramento e a inclusão social de adultos. Com o passar do tempo, os cursos agregaram outros níveis de ensino, como o fundamental completo. E no final da década de 1970 começou em Brasília a primeira experiência de EAD nos cursos superiores.

Nesse período, muitos brasileiros já acompanhavam os telecursos, transmitidos pela TV. Esse modelo de EAD convivia com os formatos antigos, como o material impresso e o rádio, uma característica que se mantém até a década de 1990. Em meados da década, as instituições passam a utilizar a internet para publicar conteúdos e promover interações.

Foi nesse período que várias universidades formalizaram suas iniciativas EAD, até culminar com a criação, em 1996, da Secretaria de Educação a Distância (SEED), do Ministério da Educação (MEC). Naquele mesmo ano o EAD no Brasil passou a contar com uma legislação abrangente que hoje garante, por exemplo, a validade de diplomas emitidos pelos cursos nesta modalidade.

1.5 – O EAD hoje no Brasil

Atualmente o EAD é uma modalidade consolidada no Brasil. São mais de 1.800 cursos, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, que atendem quase 4 milhões de pessoas.

As tecnologias baseadas na internet permitem a implantação de diferentes modelos de EAD, como por exemplo:

– Cursos predominantemente a distância, com encontros presenciais obrigatórios.

– Cursos semipresenciais, que promovem encontros semanais.

– Disciplinas a distância de cursos de graduação presenciais.

A tendência é que a experiência de aprendizagem seja cada vez mais híbrida. Ou seja, uma pessoa pode fazer um curso presencial e ter uma carga horária de atividades a distância. Um estudante EAD pode passar por uma experiência tão rica de contato com seus professores e colegas que acaba prevalecendo a sensação de presença e proximidade no processo de ensino e aprendizagem.

1.6 – Universidades EAD reconhecidas pelo MEC

O diploma obtido em uma faculdade EAD reconhecida pelo MEC vale tanto quanto o presencial. Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer cursos a distância:

Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA)

Universidade Estácio de Sá (UNESA)

Centro Universitário UNISEB (UNISEB-Estácio)

Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)

Universidade de Franca (UNIFRAN)

Universidade Cidade São Paulo (UNICID)

Centro Universitário Distrito Federal (UDF)

Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)

1.7 – O Desenvolvimento do EAD no Brasil

Com tudo que foi exposto até aqui pode-se observar que mesmo as instituições com cursos presenciais estão cada vez mais utilizando-se da tecnologia utilizada para o EAD. O EAD tem servido todas as modalidades de ensino, criando assim um aumento das potencialidades de aprendizagem.

O crescente aumento de cursos realizados a distância faz surgirem constantemente novas estratégias de ensino, que exploram das mais diferentes formas as facilidades oferecidas pela tecnologia. Uma nova e ainda pouco explorada possibilidade é a utilização de ambientes virtuais tridimensionais como ferramenta de auxílio. Neste contexto, o presente trabalho relata uma experiência de EAD cujo objetivo é identificar características desses ambientes que possam ser exploradas na busca de contribuições ao ensino e aprendizado a distância.

O aumento da procura por cursos oferecidos a distância faz surgir novas estratégias de ensino, que exploram formas alternativas de levar o conhecimento a alunos que, por algum motivo, estão impossibilitados de comparecer a instituições de ensino. Cursos ministrados dentro de ambientes virtuais tridimensionais são exemplos dessas novas estratégias.

Com o objetivo de identificar características que diferenciam cursos apoiados nesse tipo de recurso e cursos ministrados com base em ferramentas convencionais foi realizado um experimento utilizando o ambiente Second Life com participantes ligados ao curso de Engenharia da Computação. Com base nas informações obtidas dos participantes foi possível extrair algumas conclusões. Características peculiares a ambientes tridimensionais, como a possibilidade de estar representado por um avatar e de interagir com um ambiente cuja estrutura remete a um espaço físico real, acentuam a sensação de presença dos alunos, quando comparada à sensação produzida em cursos a distância baseados em métodos e ferramentas convencionais. Como consequência, eleva-se o nível de envolvimento dos participantes.

Outros estudos são necessários para concluir se essa constatação pode proporcionar ganhos significativos para o aprendizado. Em caso positivo, deve-se também verificar se qualquer conteúdo é aplicável a qualquer público-alvo em ambientes dessa natureza. É provável que uma aula de história em que o aluno é convidado a caminhar entre as pirâmides do Egito possa ser bastante empolgante; um curso de teoria do direito, por sua vez, pode não ser tão atrativo. Embora encontrar os caminhos dentro do ambiente e deduzir as ações que os avatares devem praticar seja intuitivo, a dificuldade para identificar comandos que executem tais ações mostra que essa barreira pode tornar a experiência proibitiva ou bastante trabalhosa para alguns usuários.

Torna-se evidente a necessidade de elaboração de novos materiais que explorem essas novas ferramentas, o que recairá como uma carga extra de trabalho ao educador. Soluções que mapeiem conteúdos de ferramentas de EAD convencionais podem ser desejáveis para minimizar esse problema, pois alguns desses recursos, como atividades assíncronas (entrega de atividades para serem avaliadas posteriormente pelo professor) estão disponíveis nessas ferramentas. Interfaces de acesso a esses recursos a partir do ambiente 3D podem ser construídas.

Pretende-se, como trabalhos futuros, aplicar cursos experimentais que envolvam um número maior de participantes, além de integrar ao grupo alunos de outras áreas do conhecimento; ainda, elaborar cursos que explorem melhor os recursos oferecidos pelos ambientes tridimensionais (por exemplo, a possibilidade de o avatar voar pelo ambiente) e aplicar métodos formais de avaliação que possam indicar se existem benefícios cognitivos na utilização do ambiente desenvolvido como ferramenta de auxílio ao processo de ensino e aprendizado e, caso existam, compará-los aos identificados em trabalhos relacionados.

1.8 – Metodologia Utilizada no EAD para um curso de teologia

A PBL- Aprendizagem baseada em problemas (PBL) ou Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL), como é conhecido internacionalmente, é uma metodologia de ensino-aprendizagem em que a apresentação de uma situação problemática é utilizada para motivar o estudo dos alunos.

No Sistema os alunos, ou estudantes que trabalham em grupos autorregulados e o professor assume o papel de um tutor ou um Advisor de aprendizagem. No PBL, a exposição oral da matéria, na forma como no ensino tradicional, é significativamente reduzida. Esta metodologia é utilizada pela Emil Brunner World University em Miami – Florida (www.ebwus.com).

Como hoje o EAD conta com salas virtuais nas plataformas digitais de aprendizagem, aplicar o PBL é plenamente possível. O Ensino EAD esta cada vez mais próximo do sistema presencial no que diz respeito a contato direto do professor com o aluno, além de mais rápido e prático. A dialética era um método filosófico que estava intrínseco perguntas e respostas. A PBL tem muito disso. Como vários teólogos afirmam que a filosofia é serva da teologia, é bastante lógico que para um curso de teologia utilizemos a PBL.

 

CAPITULO 3

SISTEMAS E FERRAMENTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO EAD POR MEIO DE MIDIAS DIGITAIS

3.1 – O uso de ambientes virtuais multiutilizador em E-Learning

As instituições que lidam com o ensino corporativo ou acadêmico buscam  novos conhecimentos e tecnologias que supram suas necessidades e potencialize as oportunidades para a aprendizagem à distância. Para tanto, verifica-se a necessidade de cuidados relativos à qualidade das interações no ambiente educacional disponibilizadas na web. Este estudo apresenta a aplicação do teste de usabilidade para avaliar e medir a usabilidade de design e usabilidade pedagógica nos cursos on-line. A metodologia aplicada nesta pesquisa se fundamentou nas várias recomendações ergonômicas específicas ao ambiente web e nas práticas pedagógicas que busquem uma aprendizagem eficaz, eficiente e satisfaçam ao aluno/usuário. Os resultados são apresentados sob forma de diretrizes visando à melhoria da qualidade e da interação do usuário com a interface de sites para o ensino a distância.

Após analisar o material coletado durante a pesquisa, podemos apontar algumas recomendações a projetos com foco para curso on-line que sejam desenvolvidos observando a Usabilidade de Design e na Usabilidade Pedagógica.

Os alunos esperam ter em mãos um material impresso que os conduza, ou seja, um guia com informações detalhadas. O uso de material didático apenas em media digital deve ser usado como uma alternativa. Para que a leitura na tela fique mais confortável o texto deve se adequar ao tamanho da interface evitando assim o rolamento na barra lateral.

Um recurso que possibilita um alto grau de usabilidade é a padronização em todas telas. A metáfora, o tamanho, as cores e os rótulos com indicações nos ícones conferem ao material um alto grau de confiabilidade e consistência; conseqüentemente, torna-o também de grande usabilidade, facilitando a aprendizagem do sistema pelo aluno. Observou-se que o excesso de ícones na interface pode confundir o aluno. Uma alternativa seria ocultá-los quando não estivessem ativos nas lições. As cores das fontes e do fundo devem ser contrastantes, preferencialmente. O fundo deve ser claro, de preferência monocromático, porém o branco deve ser evitado, pois durante os testes alguns informantes indicaram que a tela muito clara os incomodava.

Outra observação importante é que o aluno prefere que as cores sejam usadas para codificar a informação, e não apenas para atrair sua atenção. A escolha da cor do fundo da tela visa realçar a informação, a compreensão e a legibilidade da interface, portanto clareza é o objetivo a perseguir. As lições devem ser organizadas e numeradas, com as indicações de começo e fim e se possível com indicações passo a passo das tarefas a serem executadas para facilitar na orientação dos usuários.

O feedback do sistema, o feedback motivacional, o feedback que propicia a correção de exercícios diminuem consideravelmente a ansiedade do usuário.

As ferramentas de comunicação síncronas têm influência positiva na aprendizagem e permitem o acompanhamento individual ou coletivo dos alunos pelos tutores, professores, e apoio técnico. Um excelente recurso pedagógico e considerado de grande usabilidade é o sinalizador de presença. Percebe-se que o grau de motivação aumenta quando o aluno pode perceber a presença de outras pessoas conectadas no curso.

A utilização de textos em uma linguagem adequada ao público alvo facilita o entendimento e o aprendizado. Os textos das instruções devem ser claras e expostas na tela de forma atrativa para conferir ao material alto grau de usabilidade.

O uso do som pode auxiliar no aprendizado, mas desde que sua utilização não seja apenas para chamar a atenção do aluno.

Muitas vezes as imagens utilizadas na interface podem confundir o aluno. Imagens que representam as telas de softwares devem ser identificadas como ilustrações, como uma borda em torno da imagem, por exemplo.

Os erros, mesmo pequenos, devem ser evitados, pois podem comprometer a motivação do aluno e recuperar sua atenção não é uma tarefa fácil.

Portanto, projetar interfaces para a Internet com foco na usabilidade deve, primeiramente, levar em conta o público-alvo e as metas que se pretende alcançar com o curso. Para que a equipe de desenvolvimento do curso proponha uma interface com alta usabilidade, é importante documentar e explicitar o que se espera da interface, do design e da proposta pedagógica que irá atender o aluno, para que o ambiente seja eficiente, eficaz e satisfaça-o ao realizar tarefas.

A análise dos dados colhidos no teste de usabilidade mostrou-se muito eficiente, permitindo que alguns dos pontos levantados pelos usuários no questionário e nos comentários feitos em voz alta fossem utilizados para a extensão das diretrizes de usabilidade estabelecidas por NIELSEN(1994,1998, 2000). A extensão das diretrizes propostas neste trabalho visam a acrescentar novos critérios focados em usabilidade na educação mediada pelo computador.

Verificou-se também que o teste de usabilidade efetuado forneceu importantes informações para buscar soluções para problemas relacionados com a interface gráfica, e com a aprendizagem, com a motivação e com a orientação do aluno.

3.2 – O ensino a distância (EaD) associado com o desenvolvimento de interfaces

As instituições que lidam com o ensino corporativo ou acadêmico buscam novos conhecimentos e tecnologias que supram suas necessidades e potencialize as oportunidades para a aprendizagem à distância. Para tanto, verifica-se a necessidade de cuidados relativos à qualidade das interações no ambiente educacional disponibilizadas na web. A metodologia aplicada nesta pesquisa se fundamentou nas várias recomendações ergonômicas específicas ao ambiente web e nas práticas pedagógicas que busquem uma aprendizagem eficaz, eficiente e satisfaçam ao aluno/usuário. Os resultados são apresentados sob forma de diretrizes visando à melhoria da qualidade e da interação do usuário com a interface de sites para o ensino a distância.

Após analisar o material coletado durante a pesquisa, podemos apontar algumas recomendações a projetos com foco para curso on-line que sejam desenvolvidos observando a Usabilidade de Design e na Usabilidade Pedagógica.

Os alunos esperam ter em mãos um material impresso que os conduza, ou seja, um guia com informações detalhadas. O uso de material didático apenas em media digital deve ser usado como uma alternativa. Para que a leitura na tela fique mais

confortável o texto deve se adequar ao tamanho da interface evitando assim o rolamento na barra lateral.

Um recurso que possibilita um alto grau de usabilidade é a padronização em todas telas. A metáfora, o tamanho, as cores e os rótulos com indicações nos ícones conferem ao material um alto grau de confiabilidade e consistência; consequentemente, torna-o também de grande usabilidade, facilitando a aprendizagem do sistema pelo aluno. Observou-se que o excesso de ícones na interface pode confundir o aluno. Uma alternativa seria ocultá-los quando não estivessem ativos nas lições. As cores das fontes e do fundo devem ser contrastantes, preferencialmente. O fundo deve ser claro, de preferência monocromático, porém o branco deve ser evitado, pois durante os testes alguns informantes indicaram que a tela muito clara os incomodava.

Outra observação importante é que o aluno prefere que as cores sejam usadas  para codificar a informação, e não apenas para atrair sua atenção. A escolha da cor do fundo da tela visa realçar a informação, a compreensão e a legibilidade da interface, portanto clareza é o objetivo a perseguir.

As lições devem ser organizadas e numeradas, com as indicações de começo e fim e se possível com indicações passo a passo das tarefas a serem executadas para facilitar na orientação dos usuários.

O feedback do sistema, o feedback motivacional, o feedback que propicia a correção de exercícios diminuem consideravelmente a ansiedade do usuário.

As ferramentas de comunicação síncronas têm influência positiva na aprendizagem e permitem o acompanhamento individual ou coletivo dos alunos pelos tutores, professores, e apoio técnico. Um excelente recurso pedagógico e considerado de grande usabilidade é o sinalizador de presença. Percebe-se que o grau de motivação aumenta quando o aluno pode perceber a presença de outras pessoas conectadas no curso.

A utilização de textos em uma linguagem adequada ao público alvo facilita o entendimento e o aprendizado. Os textos das instruções devem ser claras e expostas na tela de forma atrativa para conferir ao material alto grau de usabilidade.

O uso do som pode auxiliar no aprendizado, mas desde que sua utilização não seja apenas para chamar a atenção do aluno.

Muitas vezes as imagens utilizadas na interface podem confundir o aluno. Imagens que representam as telas de softwares devem ser identificadas como ilustrações, como uma borda em torno da imagem, por exemplo.

Os erros, mesmo pequenos, devem ser evitados, pois podem comprometer a motivação do aluno e recuperar sua atenção não é uma tarefa fácil.

Portanto, projetar interfaces para a Internet com foco na usabilidade deve, primeiramente, levar em conta o público-alvo e as metas que se pretende alcançar com o curso. Para que a equipe de desenvolvimento do curso proponha uma interface com alta usabilidade, é importante documentar e explicitar o que se espera da interface, do design e da proposta pedagógica que irá atender o aluno, para que o ambiente seja eficiente, eficaz e satisfaça-o ao realizar tarefas.

A análise dos dados colhidos no teste de usabilidade mostrou-se muito eficiente, permitindo que alguns dos pontos levantados pelos usuários no questionário e nos comentários feitos em voz alta fossem utilizados para a extensão das diretrizes de usabilidade estabelecidas por NIELSEN (1994,1998, 2000). A extensão das diretrizes propostas neste trabalho visam a acrescentar novos critérios focados em usabilidade na educação mediada pelo computador.

Verificou-se também que o teste de usabilidade efetuado forneceu importantes informações para buscar soluções para problemas relacionados com a interface gráfica, e com a aprendizagem, com a motivação e com a orientação do alunos.

Apesar de alguns estudantes nunca terem tido uma experiência com interfaces digitais, a Emill Brunner University no Brasil, desenvolveu vários vídeos explicativos e tutoriais explicando as funcionalidades da plataforma digital de aprendizagem. No site desta instituição pode ser constatado um sistema totalmente auto gerenciável e explicativo.

3.3 – Ferramentas EAD para teleconferências

Ferramentas para teleconferências são muito utilizadas em cursos não presenciais. O aumento da interatividade na relação professor-aluno (ou aluno-aluno) pode contribuir com a busca de soluções para um dos grandes desafios de pesquisadores ligados ao EAD – aumentar a sensação de presença dos envolvidos no processo.

O conceito de presença (no sentido de “telepresença”), segundo a International Society for Presence Research (ISPR), refere-se a um processo mediado por tecnologia em que o participante não percebe essa intermediação. Os recursos disponíveis atualmente ainda não atingiram tal nível de sofisticação, embora estejam caminhando nesse sentido. Inserido nesse contexto, uma possibilidade ainda pouco explorada e que tem sido alvo de pesquisas nos últimos anos é a utilização de ambientes virtuais 3D como ferramenta de auxílio ao processo de ensino e aprendizagem. Nesses ambientes, alunos e professores são representados por avatares – uma forma digital de representação humana – que podem navegar e interagir com o próprio ambiente e com outros avatares. Segundo, o ato de “estar presente” não pode mais estar limitado à presença física, determinada pelos limites do corpo físico, uma vez que os avatares tornam possível estar “aqui e lá” ao mesmo tempo. Essa nova possibilidade abre caminho para a construção e a exploração de novas realidades, experiências e sentimentos. O estudo da presença no contexto dos ambientes virtuais tridimensionais, segundo o mesmo autor, está em fase inicial e sabe-se pouco a respeito dessa percepção e da sensação vivida quando há interação por meio de avatares. Acredita-se que esse tipo de reunião online, por oferecer benefícios cognitivos, pode ser uma alternativa útil no auxílio ao ensino e aprendizado realizado a distância, quando aplicada em situações adequadas.

Como exemplos de aplicações em potencial podem ser citados os cursos ligados à computação, caso em que a maioria dos envolvidos no processo possui familiaridade com a tecnologia; e o ensino infantil, dado que a existência de objetos virtuais sintéticos (semelhantes aos dos jogos eletrônicos) pode contribuir no aspecto motivacional.

A questão da aplicabilidade é um fator importante a ser considerado. Segundo, existem basicamente dois tipos de públicos-alvos: os nativos e os imigrantes digitais. O primeiro não depende de esforços adicionais no que se refere ao manuseio da tecnologia, ao passo que o segundo dificilmente desenvolverá a mesma fluência e naturalidade na realização das mesmas tarefas.

Aprender a explorar mundos virtuais, no segundo caso, pode não ser algo trivial. No entanto, ao contrário das ferramentas de EAD tradicionais, que permitem o acesso a informação via navegadores web e se baseiam em interfaces baseadas em textos, imagens estáticas ou vídeos (com as quais o segundo tipo de público-alvo tem maior familiaridade), em ambientes 3D, a navegação passa a ter uma natureza mais dinâmica e novos recursos podem ser explorados, sem que se perca o acesso aos convencionais.

 

CAPITULO 3

UMA TESE PARA UM CURSO DE TEOLOGIA EAD

A teologia é composta por várias disciplinas. Essas disciplinas são de cunho histórico, linguístico, escrituristico e de conceituação. É comprovado que a medida que utilizamos os nossos sentidos potencializamos o aprendizado. A UNICESUMAR no Brasil foi uma das melhores faculdades com ensino EAD no Brasil pelo fato de explorar isso ao máximo. Para um curso de teologia em que o aprendizado seja potencializado será necessário que este curso possua material digital como EBOOKS, módulos, artigos, slides que contenham gravuras além de informações, vídeo aulas, tutoriais em vídeos, áudios das aulas em MP3, dicionários digitais, grupos de estudos por meio de whatsapp, grupos de estudos por meio de redes sociais (facebook), utilização de mapas mentais para a organização do conhecimento, atividades para estudos exercitar o conhecimento que consistam na produção escrita (resumos, artigos e resenhas), além de tutores e professores qualificados que possam gerenciar o conhecimento. É importante relatar isso pois alguns seminários no Brasil insistem em ofertar educação a distância não tendo nenhuma estrutura para tal e menos ainda professores qualificados para tal tarefa. Para executar todo o proposto é imprescindível que se utilize uma plataforma de aprendizagem que contenha todo o material e atividades necessárias. Esta plataforma deve ser prática para os alunos e tutores do curso.

O maior problema da informalidade da educação a distância quando má utilizada é a falta de metodologia, de sistemas adequados, da produção de materiais por pessoas competentes e da falta de credibilidade das informações fornecidas.

Todas essas ferramentas são disponibilizadas no site www.emillbrunner.com.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Não há mais como ensinar sem mídias digitais em nossa época. Mesmo o ensino presencial utiliza-se dessas tecnologias.

Discute, a partir da análise das praticas de formação Docente organizadas no Instituto de Educação do Distrito Federal, durante a direção de Manuel Bergstrom Lourenço Filho e sob a administração de Anisio Teixeira, da instrução Pública – Departamento de Educação (1932 a 1937), como a escola de professores funcionou como campo de pesquisa e local de produção de uma ciência pedagógica Brasileira.

As instituições de ensino que desejam ofertar uma educação a distância devem oferecer um sistema adequado para tal. Elas devem possuir uma boa estrutura de rede para ofertar o serviço em questão.

 

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www.ebwus.com

www.emillbrunner.com

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http://www.ead.com.br/ead/como-surgiu-ensino-a-distancia.html

http://seer.upf.br/index.php/rbca/article/viewFile/961/781

 

 

[1] Pós-doutorando em E-Learning pela Universidade Fernando Pessoa, com orientação da Dr Luis Borges Gouveia com a temática: Postulados para uma Educação a Distância: uma tese para um curso de Teologia. E-mail para contato:presidê[email protected]

[2] Professor orientador da linha de pesquisa E-Learning da Universidade Fernando Pessoa.

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