Casa Artigos Científicos PROJETO CIENTÍFICO POSTULADOS PARA UMA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: uma tese para um curso de Teologia

PROJETO CIENTÍFICO POSTULADOS PARA UMA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: uma tese para um curso de Teologia

por italu

pesquisa de pós-doutoramento, apresentado ao Departamento de E-Learning da Universidade Fernando Pessoa.

Supervisor: Dr. Luis Borges Gouveia

RESUMO

DE OLIVEIRA, C. B. I. (2013). POSTULADOS PARA UMA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: uma tese para um curso de Teologia. Projeto de Pós-doutorado, Linha de Pesquisa E-Learning, Universidade Fernando Pessoa, Porto- Portugal.

Novas interfaces de mídia – tanto os tradicionais de HCI (Interface do Sistema Operacional e Aplicações de Software) e o que o autor chama de “interfaces culturais” – as interfaces entre o usuário humano e dados culturais. É a partir daqui que o homem consome educação, na mídia virtual. Ocorre que adquirir conhecimentos de Teologia e sobretudo Rudolf Bultmann, jamais terá uma contraindicação. A educação, pode ser feita através de Redes, pois as Redes funcionam por afetos e interesses comuns. Passaremos a analisar tal fenômeno. Os sistemas educativos, comunicação, formatos de trabalho, relações familiares, imaginário, entidades, organizações políticas, tem tido um forte caráter estético, embora abordado em vários matizes em um mundo agora globalizado pela internet. Um tipo diferente de ecologia cognitiva vem se instalando com a multiplicação de possibilidades tecnológicas, sobretudo para áreas pobres e inacessíveis do interior da Amazônia, onde a comunicação por barco são imensas e que podem formar estudantes de enorme qualidade cultural. Podem ser criados sistemas de ensino à distância através da modelagem de um ambiente virtual representando uma sala de aula (ou uma escola), onde seus participantes (professores e alunos) relacionam-se por intermédio de seus respectivos avatares. O ensino à distância relaciona-se ao desenvolvimento de interfaces que possibilitem o relacionamento entre seus usuários. Atualmente, os meios utilizados para tal relacionamento variam desde comunicação assíncrona, tais como correio eletrônico e listas de discussões, até sistemas mais sofisticados, que utilizam comunicação sincronizada, envolvendo áudio e vídeo conferência, chats textuais, moodle, além de recursos de multimídia, principalmente através da www. Como uso de ambientes virtuais multiusuários em sistemas de ensino à distância, permite aos participantes interagirem com o mais alto grau de naturalidade, pois através do ambiente é possível a comunicação visual, textual e até mesmo verbal, ou mesmo pelo e-mail do site. A área de interação homem-computador envolve hardware, software, metodologias, técnicas, ferramentas e várias áreas do conhecimento humano, contribui para a compreensão e reflexão das novas dinâmicas socioculturais e econômicas promovidas pela digitalização das tecnologias de comunicação, especialmente as midiáticas, no EAD, mesmo em nosso estudo de caso de uma aula de teologia.

 

Palavras-chave: Ensino de Teologia por EAD; Redes Sociais; Compartilhamento de Informações; Educação à distância

SUMÁRIO

  1. Introdução …………………………………………………………………………………………………………. 4

1.1. A Educação á Distância com ensejo brasileiro…………………………………………………….. 4

  1. Justificativa ……………………………………………………………………………………………………….. 4
  2. Objetivos ……………………………………………………………………………………………………………4
  3. Método……………………………………………………………………………………………………………….4
  4. Teoria …………………………………………………………………………………………………………………5

5.1 – Um pouco sobre Paulo Freire

para melhor entendimento de sua teoria………………………………………………………………………5

5.2 – Pratica aliada da Teoria…………………………………………………………………………………….5

5.3 – A Teoria do Conhecimento em Paulo Freire………………………………………………………..6

5.4 – A Didatica Freiriana…………………………………………………………………………………………6

5.5 – Três etapas rumo à conscientização………………………………………………………………….,..7

5.6- A Coerência Freiriana………………………………………………………………………………………..8

5.6 – Uma Universidade Americana

com uma proposta similar a de Paulo Freire………………………………………………………………..8

  1. Cronograma ………………………………………………………………………………………………………. 9

Referências …………………………………………………………………………………………………………..10

 

  1. Introdução

 

  • – Um Panorama da Educação á Distância no Passado e Hoje no Brasil

A educação a distância tem estado em desenvolvimento bem antes da revolução digital no período do primeiro século da era cristã quando se liam as cartas apostólicas nas comunidades eclesiais. Posteriormente nas igrejas surgiram as primeiras universidades e escolas. No Brasil no período dos descobrimentos é que a educação começa a entrar em cenário com Inácio de Loyola com a companhia de Jesus na catequização dos índios e com o ensino das artes liberais. Claro que de forma limitada. Aos senhores de engenho era facultado no período da colonização enviar os seus filhos para universidades de referência na Europa, com fim de ampliar os seus conhecimentos e educação. Claro que a principio não existiam universidades no Brasil. Os que tinham posses e condições para ampliar a sua educação precisavam de viajar para o exterior, constituindo práticas de intercambio. Não seria irracional afirmar que a educação a distancia teve um forte papel na formulação do ensino, desde estes tempos.

No Brasil, a educação a distância foi primeiramente usada por meio do sistema televisivo com o telecurso exibidos às 06:00 (todos os dias) e também por meio de revistas. Ainda há poucos anos, a educação a distância era tratada de forma preconceituosa no Brasil (e ainda possui muito preconceito). Mas perante os indicadores, o número de empresas e de universidades brasileiras envolvidas e que estão cada vez mais a aderir a esta metodologia, não por ser a mais eficaz mas para assegurar uma maior angariação de fundos. Os brasileiros fazem parte do grupo de pessoas que mais trabalham em horas por dia, no mundo. Agora até que ponto esta metodologia é eficaz no desenvolvimento humano e até que ponto ela pode ser nociva, continua a ser uma discussão em aberto. Hoje, perante uma sociedade avançada tecnologicamente estamos cada vez mais dependentes da tecnologia e com menos contato humano. Estamos com mais atividades, porém cada vez mais reclusos. Pesquisas recentes apontam que a Internet é o primeiro lugar para pesquisas por 50% da população. Então não será irracional afirmar que este dado pode constituir um indicador da reclusão humana por parte de quem faz depender do digital, a sua procura de informação.

1.2 – Os Seminários e Faculdades de Teologia que se aventuram na Modalidade de Ensino a Distância

Muitos seminários e faculdades de teologia tem se aventurado na modalidade a distancia. Muitos deles não possuem a tecnologia necessária e nem o material humano necessário (corpo docente qualificado) para fornecer uma qualidade de ensino omline. Esses também não possuem pressão do MEC do Brasil para melhorarem seu equipamento e nem corpo docente. Estes em sua maioria não são reconhecidos pelo Ministério da Educação. Boa parte desses seminários e faculdades desmerecem a teologia com atitudes dessa natureza e isso pode ser observado pelos preços baixos que tais oferecem suas ofertas de cursos incluindo em sites como Mercado Livre.

O interessante é que no Brasil existe uma grande exigência do ministério da educação para com as universidades e instituições de ensino superior (legalmente reconhecidas), em relação ao ensino a distância. Já com a educação informal não existe nenhuma regulação a não ser a prescrita na LDB (Lei de Diretrizes de Bases de Educação) e na própria constituição, como é o caso dessas instituições teológicas em sua maioria. Deste modo, colocam-se as questões: qual o grau de credibilidade das pesquisas pessoais em artigos, vídeos, noticias, blogs, sites, revistas digitais na Internet?

1.5 – O Emburrecimento, Doutrinação e Manipulação da Sociedade Brasileira

A mídia por concessão governamental no Brasil (TV e Rádio) é uma prova deste fenômeno da manipulação das massas em publicações para o interesse de empresas privadas e para a criação da imagem de políticos e como forma de propaganda (por exemplo, dar uma cara nova a um governo). Na Internet também não é diferente. Muitos pensam que a Internet é o mesmoque estar na TV. Em complemento, pensam também que se esta na Internet, então é verdade. Coloca-se assim outra questão sobre: “até que ponto é que a educação informal é fidedigna de aceitação ou não”. Na verdade sempre que existe um interesse monetário por detrás da educação isso deve ser colocado à prova. Notícias como: beber cerveja faz bem à saúde ou comer cacau show, alimenta sua inteligência, são alguns dos exemplos de como a informação que temos ao nosso alcance não tem interesse em informar, mas sim em nos doutrinar para continuarmos sendo seus consumidores compulsivos.

O primeiro autor defende que, no caso do Brasil, esta sendo colocado um plano de “emburrecimento” da sociedade por meio da doutrinação (até marxista) desde os anos 80 em larga escala na mídia promovendo a liberdade sexual, quebra dos valores morais e desprezo para com a intelectualidade humana. No campo religioso e teológico pode-se observar a relutância da teologia da prosperidade adentrando em igrejas, seminários e faculdades de teologia. Na mídia por concessão governamental se pensa em doutrinar a personalidade dos homens para que assim sejam facilmente dominados e também formulem a sede pelo consumismo. Mas mesmo na Internet com tantas falácias é facto que temos mais informação disponível do que na mídia tradicional. A educação a distância abre uma esperança para sairmos das propostas mais tradicionais em ciências da educação, que afirmam que nossa educação é baseada em decorar dados e não entender os mesmos.

1.4 – A Educação á Distância na Internet

O beneficio da Internet é que por mais que tenhamos várias fontes inconfiáveis, podemos ter acesso a várias outras fontes confiáveis (e diversas), de forma gratuita, em muitos dos casos. As pessoas que trabalham 18 horas por dia (e são muitas) são as mesmas que não tem tempo para uma educação presencial em formato tradicional. Nesse caso, a educação a distância é uma forma alternativa dessas pessoas se educarem. Mas as perguntas fundamentais neste contexto é: todos tem a disciplina para este tipo de aprendizagem? Sabem estes pelo menos organizarem seu tempo?

Porém, o objetivo do trabalho não é contestar a educação a distância. De facto, existe por parte do primeiro investigador, responsabilidades diretas em três instituições educacionais, que trabalham de forma direta, com educação a distância. Qual seria a melhor forma de produzir uma educação teológica de qualidade á distância de forma que possa se diferenciar no mercado das demais propostas que temos hoje? A educação a distância pode substituir a educação presencial das faculdades?. Estas são algumas questões que o desenvolvimento do digital e das questões de sustentabilidade colocam nos dias de hoje.

 

1.7 – A Doutrinção Ideológica e Politica dentro das Universidades e o reflexo disso para uma educação a distância de qualidade.

Em contrapartida em muitas universidades brasileiras é desenvolvido o ensino de certo e errado por meio de uma doutrinação de origem marxista, sem espaço para o diálogo de ideias contrárias. Então neste, caso é cada um por si, criando uma falta sensação de certeza, desligada da realizada e da preparação que uma sociedade do século XXI requer.

O facto é que mesmo dentro das universidades federais brasileiras estão formando pessoas doutrinadas sem a menor chance de questionar. Aqueles que optam em se informar por meio da Internet estão sujeitos a toda a espécie de informação (verídica ou não). Por sua vez, aqueles que buscam a informação pelos meios de concessão governamental estão sujeitos a serem manipulados por grandes empresas e até mesmo pelo estado. Quem poderá defender o individuo? Que mecanismos é possível a nossa sociedade constituir para formar indivíduos que sejam sensibilizados para lidar coma  informação de forma crítica?

 

1.6 – Os Beneficios e Maleficios do Atual Ensino á Distância

A questão é que se a educação a distância tem os seus benefícios, tem também os seus malefícios. Os benefícios em se estudar dentro de casa podem ser facilmente observados pelo conforto e até qualidade de vida que mais tempo e menos custos de deslocação possam oferecer. Porém o maleficio da falta do contato humano que é algo terapêutico para a saúde emocional e até física do sujeito é algo incontestável. Na verdade, no Brasil hoje temos uma parcela significativa desta nova geração que esta completamente alienada e não sabe refletir. Como uma pessoa destas poderá saber distinguir a informação verdadeira da falsa, se falta o poder cognitivo da reflexão? Como ela saberá que esta cursando um curso online de qualidade ou não?

1.8 – O Perfil do Docente ou Tutor para o Ensino á Distância

Neste contexto, uma resposta possível seria o profissional da educação qualificado assumir-se como líder do processo de descoberta de conhecimento e liderar o desenvolvimento da percepção da informação, sem abandonar os meios tecnológicos para tal. No inconsciente coletivo humano temos a necessidade de sermos liderados. Se se pretender não incorrer na falha de uma educação errada devemos ter homens com poder reflexivo, mesmo antes do uso da tecnologia e dos meios que possuímos hoje. Mas como saber quem é quem?

Claro que como num livro em que devemos conhecer o autor da obra e sua formação académica, temos de criar contextos de análise para estes novos meios. No caso de uma educação feita por meio da Internet é necessário conhecermos as credenciais da empresa e até mesmo das instituições que se prestam a este tipo de serviço. Mas com a falta de poder reflexivo e o facto de que muitos no Brasil ainda se encontram na base da pirâmide de Maslow esta é a menor preocupação desta parcela da sociedade.

Mas aqui temos um outro problema, quando universidades e empresas terceirizam o sistema de TI sem dar muita importância à informação ali contidas e se preocupam mais com a angariação de fundos e a componente estética e a componente funcional.

Na verdade a chave para uma educação a distância de sucesso é a mesma estar sob o domínio de profissionais da educação com credenciais para tal que supervisionem e produzam os conteúdos pedagógicos para serem disponibilizados com o principal interesse na educação e não económico – não transfigurando as questões de ensino em um mero serviço comercial.

 

  1. Justificativa

Como método, no ensino a distância, reparem que os nós das redes serão os mesmos, o que difere é a forma de relacionamento entre si. A rede digital deve ser distribuída em equidade: a da – perfeição, esquerda, está centralizada (erro); a do centro está decentralizada (regular) e ada direita está distribuída igualitariamente.

 

  1. Objetivos
  1. Apropriar conceitos e perspectivas do campo teológico comunicacional quanto às dinâmicas de relacionamento entre as instâncias de produção e recepção;
  2. Promover uma aproximação com os novos paradigmas sociais e culturais constituídos a partir dos usos das novas mídias e da digitalização dos ensinos pedagógicos tradicionais;
  3. Compreender os novos desafios do ensino de Teologia nessa ambiência digital.

 

  1. Método

As atividades de pesquisa e os resultados serão monitorados em uma avaliação continuada visando a aprendizagem do aluno, nos seguintes termos a seguir:

  1. a) No processo de aprendizagem: O aluno aprende: 1. Na aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos; 2. Na participação dos trabalhos onde se fará uma comparação da obra bíblica;
  2. b) O aluno sabe: 1. Ver e interpretar os textos bíblicos de forma adequada e expressar-se de forma correta dentro de sua contextualização histórica e cultural. 3. Utilizar os conhecimentos adquiridos; 4. Aplicá-los a novas modalidades de pesquisa dos estudantes da universidade americana da Emil Brunner World University, que receberão orientação teórica.

A realização da pesquisa teórica com revisão bibliográfica deverá abranger autores do campo da Teologia e nossa finalização do trabalho deverá culminar na elaboração de artigo sobre a pesquisa desenvolvida por nós.

 

  1. Teoria

5.1 – Um pouco sobre Paulo Freire para melhor entendimento de sua teoria

Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

5.2 – Pratica aliada da Teoria

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as “escolas burguesas”), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. “Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade”, escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.

5.3 – A Teoria do Conhecimento em Paulo Freire

Freire criticava a idéia de que ensinar é transmitir saber porque para ele a missão do professor era possibilitar a criação ou a produção de conhecimentos. Mas ele não comungava da concepção de que o aluno precisa apenas de que lhe sejam facilitadas as condições para o auto-aprendizado. Freire previa para o professor um papel diretivo e informativo – portanto, ele não pode renunciar a exercer autoridade. Segundo o pensador pernambucano, o profissional de educação deve levar os alunos a conhecer conteúdos, mas não como verdade absoluta. Freire dizia que ninguém ensina nada a ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas. “Os homens se educam entre si mediados pelo mundo”, escreveu. Isso implica um princípio fundamental para Freire: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro – e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar. “Uma das grandes inovações da pedagogia freireana é considerar que o sujeito da criação cultural não é individual, mas coletivo”, diz José Eustáquio Romão, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.

A valorização da cultura do aluno é a chave para o processo de conscientização preconizado por Paulo Freire e está no âmago de seu método de alfabetização, formulado inicialmente para o ensino de adultos. Basicamente, o método propõe a identificação e catalogação das palavras-chave do vocabulário dos alunos – as chamadas palavras geradoras. Elas devem sugerir situações de vida comuns e significativas para os integrantes da comunidade em que se atua, como por exemplo “tijolo” para os operários da construção civil.

 

5.4 – A Didatica Freiriana

Diante dos alunos, o professor mostrará lado a lado a palavra e a representação visual do objeto que ela designa. Os mecanismos de linguagem serão estudados depois do desdobramento em sílabas das palavras geradoras. O conjunto das palavras geradoras deve conter as diferentes possibilidades silábicas e permitir o estudo de todas as situações que possam ocorrer durante a leitura e a escrita. “Isso faz com que a pessoa incorpore as estruturas lingüísticas do idioma materno”, diz Romão. Embora a técnica de silabação seja hoje vista como ultrapassada, o uso de palavras geradoras continua sendo adotado com sucesso em programas de alfabetização em diversos países do mundo.

O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápido e acessível o aprendizado, mas pretende habilitar o aluno a “ler o mundo”, na expressão famosa do educador. “Trata-se de aprender a ler a realidade (conhecê-la) para em seguida poder reescrever essa realidade (transformá-la)”, dizia Freire. A alfabetização é, para o educador, um modo de os desfavorecidos romperem o que chamou de “cultura do silêncio” e transformar a realidade, “como sujeitos da própria história”.

No conjunto do pensamento de Paulo Freire encontra-se a idéia de que tudo está em permanente transformação e interação. Por isso, não há futuro a priori, como ele gostava de repetir no fim da vida, como crítica aos intelectuais de esquerda que consideravam a emancipação das classes desfavorecidas como uma inevitabilidade histórica. Esse ponto de vista implica a concepção do ser humano como “histórico e inacabado” e conseqüentemente sempre pronto a aprender. No caso particular dos professores, isso se reflete na necessidade de formação rigorosa e permanente. Freire dizia, numa frase famosa, que “o mundo não é, o mundo está sendo”.

5.5 – Três etapas rumo à conscientização

Embora o trabalho de alfabetização de adultos desenvolvido por Paulo Freire tenha passado para a história como um “método”, a palavra não é a mais adequada para definir o trabalho do educador, cuja obra se caracteriza mais por uma reflexão sobre o significado da educação. “Toda a obra de Paulo Freire é uma concepção de educação embutida numa concepção de mundo”, diz José Eustáquio Romão. Mesmo assim, distinguem-se na teoria do educador pernambucano três momentos claros de aprendizagem. O primeiro é aquele em que o educador se inteira daquilo que o aluno conhece, não apenas para poder avançar no ensino de conteúdos, mas principalmente para trazer a cultura do educando para dentro da sala de aula. O segundo momento é o de exploração das questões relativas aos temas em discussão – o que permite que o aluno construa o caminho do senso comum para uma visão crítica da realidade. Finalmente, volta-se do abstrato para o concreto, na chamada etapa de problematização: o conteúdo em questão apresenta-se “dissecado”, o que deve sugerir ações para superar impasses. Para Paulo Freire, esse procedimento serve ao objetivo final do ensino, que é a conscientização do aluno.

 

 

5.6- A Coerência Freiriana

Um conceito a que Paulo Freire deu a máxima importância, e que nem sempre é abordado pelos teóricos, é o de coerência. Para ele, não é possível adotar diretrizes pedagógicas de modo conseqüente sem que elas orientem a prática, até em seus aspectos mais corriqueiros. “As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos”, escreveu o educador. “Como, na verdade, posso eu continuar falando no respeito à dignidade do educando se o ironizo, se o discrimino, se o inibo com minha arrogância?”

 

5.7 – Uma Universidade Americana com uma proposta similar a de Paulo Freire

A Emil Brunner World University é uma universidade americana com uma proposta semelhante a esta de inclusão.

Podemos ver isso no seguinte paragrafo encontrado no site http://ebwus.com/BR/marca.html:

“Entendemos que a educação é um direito de todos os cidadãos, independentemente da etnia, status social ou riqueza, porém nossa universidade tem normas especificas para admissão de novos alunos de acordo com nossas normativas internas pedagógicas e acadêmicas. Foi fundada principalmente para atender brasileiros que moram nos USA e que não falam inglês mas desejam ter acesso ao ensino norte americano considerado por muitos como modelo de educação no mundo. A EBWU atende brasileiros que querem ampliar, citar uma experiência internacional em seus currículos com um diploma americano. Nossos acadêmicos não precisam se privar da companhia de seus familiares pois o ensino é 100% EAD”.

Paulo Freire pensou em uma educação para todos, e que nós entendemos que a internet é o melhor veículo de acesso mundial para a educação inclusiva.

  1. Cronograma

A pesquisa terá a duração de um ano. Essas atividades terão continuidade até o término da pesquisa: junho de 2017 a junho de 2018. Inclui:  pesquisa bibliográfica à luz da teoria da Educação a distância e Teologia, atividades que perpassarão todo o processo da pesquisa até o seu término, em junho de 2018; entrega de um livro sobre a pesquisa e encerramento do pós-doutorado com esta publicação indexada.

O Cronograma de execução do projeto de atividade acadêmica de Ítalu Bruno Colares de Oliveira – como estágio para um projeto de pós-doutorado, 2º semestre de 2018, pode ser também explicitado conforme o quadro que segue:

Ano Discriminação jul ago set out nov dez jan fev Mar abr mai jun jul
2017/7

 

 

 

Aulas expositivas, orientações teóricas e elaboração, construção e postagens de textos discentes em site;
2018/7 LIVRO

 

Referências:

Convite à Leitura de Paulo Freire, Moacir Gadotti, 176 págs., Ed. Scipione.

Pedagogia da Esperança – Um Reencontro com a Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire, 254 págs., Ed. Paz e Terra.

Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire, 218 págs., Ed. Paz e Terra.

http://ebwus.com/BR/marca.html

ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância (Org.). Censo ead.br. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2010.
Informações estatísticas sobre o mercado de EaD no Brasil.

ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância (Org.). Campus computing Report.Br: a computação e tecnologia da informação nas instituições de ensino superior no Brasil. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

BEHAR, Patrícia Alejandra (Org.). Modelos pedagógicos em educação a distância. Porto Alegre: Artmed, 2009.

JOHNSON, L.; LEVINE, A.; SMITH, R.; STONE, S. The 2010 Horizon Report. Austin, Texas: The New Media Consortium, 2010.
Relatório anual que prevê um horizonte de 5 anos para o uso de tecnologias no ensino superior.

LITTO, Fredric Michael; FORMIGA, Manuel Marcos Maciel (Org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
É o nosso Handbook, com 461 páginas e 61 capítulos escritos por alguns dos principais especialistas brasileiros em EAD. Ganhou o Prêmio Jabuti no ano passado.

MAIA, Carmem; MATTAR, João. ABC da EaD: a educação a distância hoje. São Paulo: Pearson, 2007.
Cf. página no livro neste blog.

MATTAR, João. Games em educação: como os nativos digitais aprendem. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
Cf. página do livro neste blog.

MOORE, Michael Grahame (Ed.). Handbook of distance education. 2nd. ed. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum, 2007.
Dezenas de capítulos muito interessantes. Já existe uma nova edição.

MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. A educação a distância: uma visão integrada. Trad. Roberto Galman. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
O livro e a tradução tem vários problemas (cf. minha resenha), mas tem sido usado como referência no Brasil.

PETERS, Otto. A educação a distância em transição: tendências e desafios. Trad. Leila Ferreira de Souza Mendes. São Leopoldo, RS: Ed. Unisinos, 2004.
Cf. minha resenha.

PETERS, Otto. Didática do ensino a distância: experiências e estágio da discussão numa visão internacional. Trad. Ilson Kayser. São Leopoldo, RS: Ed. Unisinos, 2001.
Cf. minha resenha.

SILVA, Marco Antonio da; SANTOS, Edmea. Avaliação da aprendizagem em educação online. Loyola, 2006.

SILVA, Marco; PESCE, Lucila; ZUIN, Antonio (Org.). Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. Rio de Janeiro: Wak, 2010.
Novinho, lançado no Endipe 2010, em Belo Horizonte.

SILVA, Marco. Sala de aula interativa. 4. ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2006.
Já há uma nova edição, por outra editora.

SILVA, Marco (Org.). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003.

TORI, Romero. Educação sem distância: as tecnologias interativas. São Paulo: Senac SP, 2010.
Lançamento recente.

VALENTE, Carlos; MATTAR, João. Second Life e Web 2.0 na educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias. São Paulo: Novatec, 2007.
Cf. página do livro neste blog.

AQUINO, Tomás. Os pensadores. São Paulo: Editora Nova Cultural, 2000, 288 p.

BARTH, Karl. Dádiva e Louvor. 2. ed. São Leopoldo: Sinodal, 1996, 432 p.

BELL, Albert A. Jr. Explorando o Mundo do Novo Testamento. Belo Horizonte – MG: Editora Atos, 2001, 261 p.

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Bíblia de Estudo Indutivo; Almeida Corrigida, Fiel. São Paulo-SP: Vida, 1997, 2032 p.

Bíblia de Estudo Vida; Almeida Revista e Atualizada. São Paulo-SP: Vida, 1999, 2134 p.

Bíblia de Jerusalém; Nova Edição Revista e ampliada. São Paulo-SP: Paullus, 2003, 2206 p.

Bíblia Sagrada; Edição Pastoral. São Paulo-SP: Paullus, 1990; 1363 p.

BULTMAN, Rudolf. Milagres: Princípios de Interpretação do Novo Testamento. São Paulo – SP: Novo Século, 2003, 48 p.

_______________.Jesus Cristo e Mitologia. 3a Edição, São Paulo – SP;

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O Novo Testamento Trilingui. São Paulo – SP: Vida Nova, 1998; 729 p.

O Sudário, VHS – NTSC; 3. Ed.; 2000; edição em português;  Ave Maria O mnimidia; Produção e direção Aberto Di Giglio; 73 min.

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